19/06/2009

Repórter MSN entrevista Flávia Tabosa do geração futura

Por Kenny Rogers
Nesta quinta a noite, 18, eu estava em casa, pensando no geração futura e conversando com Flávia Tabosa, 17 anos, moradora de João Pessoa - PB, que também irá ao geração futura no Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa em julho. Daí que surgiu a idéia de fazer uma entrevista com ela para que possamos entender as expectativas de um jovem quando é selecionado para um projeto desde porte.
Com isso, já oficializando minha singela nomenclatura de Repórter MSN, inspirado no meu amigo Diego Viñas, o repórter twitter, resolvir compartilhar com vocês amigos, romanos e conterrâneos essa humilde e garbosa conversa.
Kenny: Como é a sua cidade?
Flávia: Bem, minha cidade, apesar de ser a capital da Paraíba, é muito tranquila e até pequena.
É uma cidade ideal para os que querem paz e sossego, cidade antiga que tem um centro histórico belíssimo.
Kenny: E você o que costuma fazer da vida?
Flávia:Bem, eu estudo e basicamente é isso o que faço. Por enquanto não entro na faculdade, prefiro estar focada nos meus estudos, mas também gosto de sair, ver shows de bandas daqui e dançar ao som de ritmos regionais como coco de roda, maracatu e afins. Basicamente é isso que faço.
Kenny: Você foi selecionada para o geração futura 14 o que você achou e/ou está achando disso?
Flávia: Bem, eu mandei meu projeto de ultima hora e fiz tudo de ultima hora, mesmo assim eu juntei o meu melhor e depositei naquela ficha de inscrição. Quando fui selecionada, quando vi meu nome naquela lista, eu não conseguia acreditar. Fiquei realmente surpresa. Eu ainda estou surpresa, pra ser sincera.
Kenny: Seu projeto fala sobre o que?
Flávia: Meu projeto fala da importância dos curta-metragens. Eu quis, através do meu projeto, mostrar que os curtas são ótimos guias, principalmente para formação de opiniões.
Kenny: Qual é a importância dos curtas-metrangens?
Flávia: Bem, os curtas-metragens, como eu tinha dito antes, são ótimos guias, são formadores de opniões. Eles contam histórias (reais ou não) de uma forma prática, eles criticam, eles defendem e a partir daí uma opniao de um diretor é compartilhada para uma platéia em alguns minutos.
Ou você ama um curta ou você o odeia, mas você assistindo a um curta você fortalece suas opniões ou cria novas, ou muda. O que me encanta é isso, esse movimento todo em apenas alguns minutos.
Kenny: Pelo que deu pra entender você sonha em fazer curtas, você quer levar isso como profissão ser uma cineasta, ou apenas vê isso como uma forma de se expressar?
Flávia: Antes de tudo, vejo o audiovisual no geral como uma forma ímpar de expressão.
Admirando essa forma de expressão foi que decidi levar isso como profissão. Ser cineasta, sim. Eu quero ser isso e, se possível, mais. Minha vontade é a de abraçar toda e qualquer forma de comunicação. Seja dança, música, cinema, lendo, escrevendo. O caminho que quero seguir é largo e cheio de possibilidades, está se criando agora. O tempo vai modelar melhor essa estrada.
Kenny: E o que você acha que venha te acrescentar o geração futura?
Flávia: Acima de tudo, experiência. Não só na parte profissional, mas na pessoal. Uma menina sair sozinha do nordeste e chegar no Rio para aprender mais sobre a àrea que ela prentende atuar é uma oportunidade e tanto. Ainda nem entrei na faculdade e já vou poder participar de oficinas e trabalhos que uma faculdade só disponibiliza para os que correrem atrás.
Kenny: E o que você está achando da ideia de conviver com pessoal de todo o Brasil e do mundo, sendo q haverá pessoas de Nova York e Londres?
Flávia: Estou achando o máximo! Vai ser uma troca de experiências incrível, conviver com a diversidade que o Brasil tem pra oferecer está me deixando animada. Não só o Brasil, mas o mundo. Como você disse, teremos duas estrangeiras conosco.
Kenny: Esta é uma entrevista para um blog de comunicação, feito por jovens para os jovens, qual a mensagem que você quer passar para os jovens, aliás pro mundo?Flávia: Vou repetir a frase clássica do atual Presidente dos EUA: Yes, we can! (Risos)
Bem, piadinhas à parte. Gostaria de não ser repetitiva, mas vou acabar sendo.
Vou falar o que muita gente fala e também o que muitos precisam escutar: corram atrás, dêem o seu melhor. Quem dá o primeiro passo acaba fazendo uma caminhada enorme na vida, quem dá o seu melhor recebe recompensas grandiosas. (Mas dê o seu melhor de verdade mesmo, e não fiquem esperando que a vida faça trocas com você. Quando você dá o seu melhor, a vida vai recompensar na hora certa, no lugar certo)
Kenny: E agora uma forma nova de terminar uma entrevista, faça uma pergunta para os jovens que vão ler esta entrevista, o que você gostaria de saber deles?

Flávia: Quero saber qual a forma de expressão que vocês mais se identificam e por quê?

(RESPONDAM NOS COMENTÁRIOS, OK?)

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